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sábado, 17 de novembro de 2012

CONVITE LANÇAMENTO DE LIVRO






 
 
Fotografia de Rui Matos (adapt.)
 
O Homem sem alma, sob a chancela das Edições Vieira da Silva, é o terceiro livro de Isabel Montes. As ilustrações (aguarelas) também são de sua responsabilidade.

Memórias envoltas em imaginação dão forma a uma aventura narrada na primeira pessoa do singular, por alguém do sexo masculino (“a ser solidário com as pessoas”) que vai revivendo o passado com um olhar crítico de quem já não é criança.

Desde o porquê de nomes de ruas que mudam; passando por figuras míticas que deambulam nessas mesmas ruas; os valores éticos: o respeito por quem perdeu a vontade de viver ou a memória (alma?), a amizade, a cumplicidade entre amigos e a geração mais velha; a fé na crença da cura de um problema de demência (alzheimer?) que afeta cada vez mais o ser humano neste século, são “cenários de aprendizagem” que a curiosidade de um olhar levou à descoberta de um lugar paradisíaco onde se realiza o encontro entre quem está ausente com quem pode ser o mediador, o «curador», porque CRER É PODER.

Um livro escrito com crianças e adultos que habitam o mundo da autora e que, de certa forma, aí permanecem com saudade, carinho e respeito.

A todos os que estiveram
presentes no evento,
MUITO OBRIGADA!

O GOSTO PELOS LIVROS


                                                                        Imagem retirada da net.

   Num dia de chuva do mês de novembro, o Diogo visita a biblioteca da escola nova.

    Ele, no intervalo maior, gosta de jogar à bola aqui, acolá mas, desta vez decidiu «jogar» aventuras nas páginas dos livros e levou consigo os colegas.

   Passado algum tempo

   - Já estamos atrasados! Vamos e, mais tarde, voltamos e requisitamos os livros para levarmos para casa.

   Um dos colegas fez um sorriso amarelo, mas lá seguiu o conselho.

   Quando eles regressaram, a professora disse:

   - Vão fazer um estudo sobre o entardecer.

   Os amigos adoraram a ideia, pois até tinham feito algumas leituras sobre o assunto.

   Depois do trabalho, o Diogo e os meninos foram jogar à bola e as meninas foram saltar à corda.

                                                     Diogo Pires, 5.º A (adaptado)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vem aí o Natal

Com palavras... construo poemas.



O Natal é a capital
Da AMIZADE na horizontal
Onde há um pinhal na Central
Das gentes cantantes na vertical.

Dá prendas o Pai Natal
Enquanto a Mãe Natal
Dá amor e coral.

Raquel Santos, n.º 19 do 5.º A


O amor é tão precioso
Que até é preciso
Ser gracioso.
 
A minha mão
Está cheia
De doces.
Doces que me fazem
Sentir feliz.
 
Daniel Sanos, n.º 3, 5.º A

Poemas com rima

Palavra puxa palavra e os textos acontecem.
 
 
 

 
Imagem retirada da net.
O amor
Rima com flor
E dá calor.

Os bonecos
São como canecos
Que jogam matrecos

Rir
É como sorrir
E sair.

A Rita
É catita e ratita.

As almas
São calmas.

As anedotas
Dão cambalhotas
E fazem rir as velhotas.

O nosso texto
Tem contexto.

No Natal,
O Pai Natal
dá prendinhas
Quando a Mãe Natal
Dá amor
Ao passar no seu trenó.

Carolina Cardoso, n.º 2 do 5.º A

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A LAURA CONTOU UMA HISTÓRIA... «SERPENTOCAS»

 
Fotografia: autoria de Isabel Montes
 
    No tempo em que as serpentes ainda existiam com asas, pernocas, capacete e bengala, havia uma princesa que vivia num Castelo com o seu príncipe.
    Um dia a princesa foi passear com o seu príncipe e a sua Serpentoca, quando viram uma casa que na porta tinha escrito:
   “Entrem, entrem, há bolachas de olhos de rã para todos!”
    A princesa disse:
-         Queres entrar cuchi cuchi?
-         Sim, parece-me boa ideia. Tenho cá uma fome!
-         E então eu, não me preguntam se quero ou não?
-         Ah! Ah! Ah! Não é preciso - riu o príncipe.
Entraram e logo viram que era uma casa labirinto. De
repente uma parede de ferro tapou a porta para não saírem.
Logo a seguir uma voz disse:
-         Vocês têm de passar doze desafios para conseguirem sair.
    Cinco segundos mais tarde, antes de começarem os desafíos, ouviu-se um PUMM! E  milhões de grãozinhos de pó caíram para cima da princesa fazendo com que se transformasse num sapo.
-         Ah! Ah! Ah! Assim vai ser mais difícil passar os desafios.
    A serpentocas sugeriu:
-         Acho que a clave para resolvermos os desafios é trabalharmos em equipa.
-         Tens razão - disseram os príncipes.
-         Sim, mas vamos já começar!
    Em grupo conseguiram fazer onze desafios. Faltava o desafio doze, o mais difícil: cantar uma canção no idioma “pum”.
-         Eu acho que consigo fazê-lo, vou começar – afirmou a Serpentocas.
-         Pum pum pum pum purupupupupu!!!!
    Ouviu-se um barulho e viram que a porta finalmente se abriu.
    A Serpentocas com os seus “puns” conseguiu que a princesa se transformasse outra vez em princesa.
    A bruxa desmaiou de raiva e fúria, prenderam-na e levaram-na para o calabouço e pelo facto da Serpentocas os ter salvo, foi nomeada a melhor heroína de todas com um troféu e uma medalha.
    E todos viveram felizes para sempre.
 
                                                                                 Laura Salido, 5.º A



A MENSAGEM

... e as mesmas palavras constroem outros textos...


Imagem retirada da net.

   Num dia de setembro, um menino chamado Manuel foi estudar com os colegas. Chegou à porta da biblioteca onde estavam os seus colegas e disse-
-lhes:
   - Então, vamos lá ao estudo! Já está a entardecer.
   - Não, Manuel, nós vamos procurar um tesouro. O cão do Miguel fez muitos buracos no quintal da vizinha e um deles tinha um mapa do tesouro.
   - O tesouro tem o quê?
   - Ouro amarelo e verdadeiro!
   - É claro que sim! Se não, não era um tesouro de jeito, era só uma entretenga para os miúdos.
   - É aqui perto?
   - Não, é lá longe, acolá.
   Eles foram e encontraram-no. Abriram o cofre e não havia ouro, nem prata. Só havia uma folha pautada a dizer “Nunca desistam se não, não vão conseguir os vossos objetivos”.
   A partir daí eles, os três, dedicaram-se ao estudo e outras tarefas.
                                                                        
                                                                                       Vasco Mira, 5.º A

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DEZ MARAVILHAS...

E as palavras formaram textos e mais textos...
 

 DEZ MARAVILHAS AFINAL NÃO É COMO UM DESEJO TORNADO REALIDADE
 
Imagem retirada da net.





Era uma vez um rapaz que vivia num sítio muito longe, um sítio tão amarelo como o sol. Lá era sempre setembro, e por isso, ao entardecer, ficava todos os dias a mesma noite agradável.
Um dia, o pobre rapaz começou a pensar como era bom ter alguns colegas, para partilhar as conversas, piadas e até risadas; ficou a pensar como era bom ter um amigo.
Depois de passarem três semanas exatas, saiu de lá. Estava farto, apesar de ser tudo muito bonito, já estava a ficar um bocadinho cansado e pensou para si “Eu sei que isto é tudo como no céu, mas ouvir a mesma harpa de sempre deixa-me doido!” Até que, acolá da saída, era um mundo colorido. Ao longe, colegas a estudar, e então foi logo a correr fazer-lhes companhia.



Pedro Faria, 5.º A