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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ATÉ SEMPRE, EUSÉBIO!

Até sempre, EUSÉBIO!
Fica-se sempre mais fragilizado quando alguém parte, quer seja do nosso sangue quer seja alguém cujo destino o fez brilhar em qualquer domínio.
Hoje, os meus alunos, por sua iniciativa, fizeram 1 minuto de silêncio e cantaram o Hino de Portugal em homenagem a este ser humano que marcou e elevou o povo português.
E porque a alma veste um corpo em determinado tempo, escolhi esta imagem que eterniza um momento de glória e felicidade.
Eusébio, leve um abraço terno aos que partiram antes de si e que continuam no meu coração que, subtilmente, chora de saudade.


                                                                          Professora Isabel Montes

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O MELHOR ALUNO DO 5.º ANO DO QUADRO DE MÉRITO 2012/2013


O aluno Vasco Luís Sevinate Pontes Brito Lança pertenceu ao Quadro de Mérito do Agrupamento de Escolas N.º 1 de Beja, no 5.º ano.
Que o nosso colega seja um exemplo para todos!
         MUITOS PARABÉNS!


                                                     A Professora Isabel Montes 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

"OS PAIS E A ESCOLA": PALESTRA SOBRE O TABACO (5.º C)




Hoje tivemos a visita da Dra. Cristina Duarte na nossa sala de aula, na disciplina de Português. A mãe da Matilde veio falar-nos dos malefícios do tabaco e nós tínhamos muitas perguntas preparadas. 
Foi uma aula diferente e aprendemos muito sobre a história, a composição do tabaco e as suas consequências. 
Quem não fuma, mas frequenta locais de fumadores também pode ter problemas de saúde.
Gostámos muito desta iniciativa. 
Muito obrigada!

                                                                 5.º C


terça-feira, 26 de novembro de 2013

FÁBULAS DE ESOPO: o Touro e a Cabra em português e moldavo 6.º C






Sorin lê a fábula em moldavo.

Não é digno de confiança quem se esconde atrás de outros
O Touro e a Cabra
A arma do covarde são as sombras que o ocultam
Certa vez, um touro, fugindo da perseguição de um feroz leão, escondeu-se numa caverna que os pastores costumavam usar para abrigar seus rebanhos durante as tempestades ou ao cair da noite.
Ocorre que um desses animais, uma cabra, que estava escondida na parte de trás da gruta, achando-se dona do lugar, assim que viu o touro entrar, distraído, extenuado e tentando se recuperar do tremendo susto que levara, aproveitando-se da situação, pelas costas, covardemente atacou-o dando-lhe marradas com seus chifres.
Como o leão ainda estava circulando em volta da entrada da gruta, o touro teve que se submeter àquela incompreensível agressão e injustificável insulto.
Então ele disse em tom de alerta:

"Você não acredita que me estou submetendo, sem reagir, a esse injusto e covarde tratamento porque tenho medo de si, não é? Mas prometo-te uma coisa: Quando o leão for embora, aí sim, colocar-te-ei no teu devido lugar, e acredita, disso tenho a mais absoluta certeza, dar-te-ei tamanha lição, que decerto, enquanto viveres, jamais a irás esquecer."
Moral da História:
Maldade mais profunda e desumanidade igual não há, do que tirar vantagem sobre os outros, aproveitando-se de um momento de vulnerabilidade.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

O PAPAGAIO E A MINHOCA (Na edição do Diário do Alentejo de 22/11/2013)





O papagaio e a minhoca

Era uma vez um papagaio e uma minhoca. O papagaio era muito elegante e sabia voar, coisa que naquela altura era moda. A minhoca era muito feia e só sabia rastejar e, coitada, todos gozavam com ela.
Certo dia, o papagaio foi a casa da minhoca entregar um convite: «Olá! Tu queres vir ao concurso “Rasteja bem e depressa”? É já amanhã, às 15h, perto do grande sobreiro. Não faltes! Assinado: Super Rastejante»
Mas, claro que isto era uma partida, pois era um concurso de voadores e o convite tinha sido escrito pelo papagaio.
No dia do concurso lá foi a minhoca com esperança de ganhar. Colocou-se no local de partida, mas olhando ao seu redor e quando começaram a contar “3, 2, 1”, a minhoca percebeu que tinha sido enganada, pois todos os concorrentes tinham asas e voavam.
Ela, por breves instantes, entristeceu, porém quis provar ao papagaio que conseguia fazer o que quisesse. Assim, encheu-se de força e conseguiu voar, pois a sua força de vontade era tanta que subiu alto e ganhou a corrida.
No final, a minhoca foi perguntar ao papagaio por que é que ele a tinha enganado e o papagaio muito envergonhado respondeu:
- Porque eu queria ser ainda mais popular, desculpa!
- Não faz mal. Vendo o lado positivo, agora já sei que consigo voar.
E assim ficou tudo bem. A minhoca conseguiu ficar popular e o papagaio também, pois já o era e nunca mais mentiu.

MORAL: “Não duvides das capacidades dos outros.”


                                                                  Matilde Salgado, 5.º C
                                                                 
                                                                  Continuação de bons textos!
                                                                   Professora Isabel Montes


Nota: Também pode ser lido no jornal Diário do Alentejo já nesta sexta-feira, dia 22 de novembro de 2013 (página 27).




  
                                       Em nome da autora e da turma,
                                                  obrigado, DA!


sábado, 9 de novembro de 2013

Ondjaki vence Prémio José Saramago





     O escritor angolano Ondjaki, de 36 anos, com o romance "Os transparentes", é o vencedor do Prémio José Saramago 2013, no valor de 25.000 euros. A distinção foi anunciada hoje, no mesmo dia em que é publicado o seu novo livro, "Uma escuridão bonita", com ilustrações de António Jorge Gonçalves. É também o segundo galardão que o escritor recebe este ano, depois do Prémio Fundação Nacional do Livro Infantil.
   Esta é a oitava edição do galardão, instituído pela Fundação Círculo de Leitores, que distingue autores com obra editada em língua portuguesa, no último biénio, menores de 35 anos à data de publicação da obra.
   O júri, presidido por Guilhermina Gomes, do Círculo de Leitores, foi constituído pela poetisa Ana Paula Tavares, Manuel Frias Martins, da Universidade de Lisboa, Maria de Santa Cruz, da Universidade de Aveiro, Nazaré Gomes dos Santos, da Universidade Autónoma de Lisboa, pelos escritores Nélida Piñon e Vasco da Graça Moura e por Pilar del Río, presidente da Fundação José Saramago.
   A obra "Os transparentes" foi publicada em 2012 pela Editorial Caminho e, segundo Vasco Graça Moura, surpreende pela "maneira como a sua utilização da língua portuguesa é, não só capaz de captar com a maior naturalidade as mais diversas situações num contexto social tão diferente do nosso, mas comporta em si mesma fermentos de uma inovação que espelha com força e realismo um quotidiano vivido na sua trepidação e também funciona eficazmente ao restituí-lo no plano literário".
   A presidente da Fundação Saramago afirma, por seu turno, que "ao lermos 'Os transparentes' temos a sensação de estar a ler uma literatura inaugural".
   "Sabemos que não é assim, que Angola tem grandes escritores e que muitos fazem do português em África um idioma sólido, versátil e belo, e que também Ondjaki faz parte de uma poderosa constelação", salienta Pilar del Río.
   Segundo a sinopse da obra, publicada pela Caminho, no romance, "de novo aparece Luanda - a Luanda atual do pós-guerra, das especificidades do seu regime democrático, do 'progresso', dos grandes negócios, do 'desenrasca' - como pano de fundo de uma história que é um prodígio da imaginação e um retrato social de uma riqueza surpreendente".
   Paulo José Miranda, Adriana Lisboa, José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, João Tordo e Andréa del Fuego foram os nomes premiados com este galardão nas edições anteriores.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ondjaki-vence-premio-jose-saramago=f839420#ixzz2kAw0WAQq